Emprego e Renda

Lula e Dilma criam 20 milhões de empregos e promovem aumento recorde de salários

O Presidente Lula, com políticas assertivas continuadas pela presidenta Dilma, derrubou os mitos de que é preciso crescer para depois distribuir renda, de que o crescimento e o reajuste salarial fazem aumentar a inflação, de que é necessário suprimir os direitos trabalhistas para diminuir os custos do trabalho e gerar mais empregos. Os governos de Lula e Dilma ampliaram os direitos, promoveram crescimento econômico e ganho salarial e trabalham norteados por uma certeza: a de terem construído um país forte, que preza pela justiça social, um Brasil de todos os brasileiros e brasileiras.

São 20 milhões de empregos formais criados; a menor taxa de desemprego de todos os tempos (batendo recorde a cada mês); aumento real de 72,34% no valor do salário mínimo entre abril de 2002 e janeiro de 2014; ganho real de 42,9% no salário médio de admissão – que passou de R$ 772,58, em 2003, para R$ 1,104, 12 em 2013 -; reajuste acima da inflação em 84,5% das negociações salariais para mais de 300 categorias profissionais no 1º semestre de 2013 e a ascensão de 48,7 milhões de pessoas às classes A, B, e C. Mesmo com a crise internacional, em 2013, foram criados 1,117 milhão de empregos com carteira assinada. Nos 3 anos de governo Dilma, foram 4,5 milhões, um crescimento de 10,23% no estoque de empregos formais do país. São conquistas impressionantes dos trabalhadores brasileiros. Para isso, mais do que a mobilização de classe, eles puderam contar com um governo que endossa e acolhe as demandas e os anseios dos trabalhadores. Lula e Dilma estão ao lado do povo.

Tudo isso foi feito em 12 anos. Enquanto os governos anteriores tiveram décadas para mostrar trabalho e não melhoraram a vida do brasileiro. A média de geração de empregos nos oito anos de governo do PSDB não chegou a 630 mil por ano. Lula e Dilma triplicaram os números! Com eles, a média fica na faixa de 1,8 milhão de empregos criados anualmente.
ascensao1É importante lembrar que todas essas conquistas tornaram possível a diminuição drástica do abismo social que separava os ricos dos pobres antes do governo Lula. A política de constante valorização do salário mínimo, adotada no segundo mandato do presidente Lula, e os ganhos reais de salário dos trabalhadores propiciados por um desenvolvimento inclusivo gerou a queda das desigualdades sociais, regionais e raciais. Prova disso é que a população de classe C do Nordeste, esquecida e marginalizada por outros governos, ampliou sua participação de 22% para 42% da população total entre 2002 e 2012.

Outro mito, o da quebra da Previdência Social, também foi derrubado pelos governos progressistas. O país que segue crescendo e distribuindo renda gera um ciclo positivo para a economia. De acordo com levantamento feito pelo Dieese, o novo mínimo de R$ 724 injetará na economia, em 2014, a quantia de R$ 28,4 bilhões. Não é dinheiro de troco.

Dos 48 milhões de brasileiros e brasileiras que possuem rendimentos com base no salário mínimo, 21 milhões contam com a Previdência Social. Esse benefício é uma forma de fazer justiça a quem muito contribuiu com o Brasil vendendo a sua força de trabalho. E o que faz bem para o trabalhador e a trabalhadora, faz bem pra economia. Os recursos repassados pela Previdência atingem todos os municípios brasileiros, movimentando a economia.

O Brasil de Lula e Dilma também se preocupa em reparar dívidas históricas. A ascensão social de mais de 40 milhões de pessoas à classe C também promove a igualdade racial. Hoje, de cada quatro brasileiros beneficiários do Bolsa Família, três são pardos ou negros. Na área rural, a classe C dobrou de tamanho, passando de 21% para 42% da população.